Protiviti - Gestão de Riscos de Fornecedores

Gestão de Riscos de Fornecedores

Em um mercado cada vez mais integrado e dependente de parceiros, os riscos são sempre compartilhados.

A Gestão de Riscos de Fornecedores da Protiviti oferece uma abordagem pragmática e baseada em risco para mapear, avaliar e mitigar exposições relacionadas a terceiros, cobrindo temáticas como compliance, segurança da informação, continuidade operacional, riscos financeiros e ESG. Unimos metodologia, avaliação por criticidade e restrições contratuais, integrando diversas áreas de nossos clientes para decisões mais rápidas e seguras.

O resultado é maior visibilidade e controle sobre a cadeia de fornecimento por meio de scoring, dashboards executivos e playbooks de resposta, reduzindo risco, assegurando conformidade e preservando a continuidade do negócio. Implementamos desde pilotos de quick wins até programas gerenciados, com templates e governança para operacionalizar práticas de TPRM de forma escalável. 

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Organizações regulamentadas e com forte dependência da integração com parceiros são as que mais se beneficiam de uma visão integrada de TPRM.

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Por que agora?

Implementar TPRM é essencial para proteger a empresa contra os diversos riscos decorrentes da cadeia de terceiros. Além de atender exigências regulatórias e expectativas de investidores, um programa estruturado permite priorizar fornecedores críticos, tomar decisões baseadas em dados e reduzir custos de remediação por incidentes. Com a avaliação dos fornecedores, cláusulas contratuais adequadas e monitoramento contínuo, as organizações ganham visibilidade, controle e agilidade para mitigar riscos antes que se tornem crises. A gestão de terceiros é um diferencial competitivo e pode se tornar uma fonte de economia e resiliência.

Como funciona nossa abordagem

Estruturação

Essa etapa estabelece as bases operacionais e os fluxos de decisão para garantir consistência e escalabilidade na avaliação de fornecedores. Definir a governança e o desenho do programa (RACI, alçadas, papéis) e parametrizar critérios e ferramentas: mapear criticidade dos terceiros, segmentar portfólios, criar formulários temáticos e regras de scoring, e configurar a plataforma para captura e rastreabilidade dos dados.

Captação de dados

O objetivo é obter um set consistente de evidências com controle de qualidade para suportar a avaliação de risco. Coletar evidências e informações por meio de diligência proporcional e integrações tecnológicas: aplicar questionários e checklists alinhados à criticidade, disponibilizar acesso à plataforma para os fornecedores, receber respostas e comprovações, e realizar cross-checks com bases externas e outros repositórios.

Avaliação de resultados

Essa fase gera classificação final, destacamento de riscos críticos e relatórios com evidências para governança. Transformar dados em decisões por meio de análises padronizadas e críticas: construir avaliações específicas ou scorecards, analisar e triangular as informações recebidas, triar resultados por nível de risco, confrontar com critérios de aceitabilidade e validar/autorizar conclusões operacionais.

Definição

A definição operacionaliza as decisões de risco, alimenta o plano de ação e integra o ciclo de melhoria contínua e auditoria. Determinar e documentar as respostas aos riscos identificados: recomendar tratamentos (mitigar, transferir, aceitar, interromper), definir cláusulas contratuais, requisitos de monitoramento, planos de remediação, prazos e responsáveis.

Você realmente conhece os riscos dos seus fornecedores?

Baixe o e-book "TPRM na prática: estratégias essenciais para a gestão de riscos de fornecedores" e acesse um guia dos nossos especialistas para uma TPRM eficiente.

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Perguntas frequentes

  • Não. Due diligence é uma etapa (avaliativa) do programa, a verificação inicial de compliance, financeiro, técnico etc., enquanto TPRM (Third Party Risk Management) é o programa completo e contínuo que inclui toda a abordagem e governança. 

  • Não. A cibersegurança é um componente crítico, mas o TPRM cobre riscos operacionais, financeiros, legais, regulatórios, de continuidade, reputação, ESG entre outros. A abordagem é multidimensional e proporcional à criticidade do terceiro e estrutura da organização. 

  • Não. Embora empresas reguladas tenham requisitos adicionais, TPRM traz benefícios para qualquer organização que tenha forte relação com terceiros (independente do setor) e a metodologia é adaptada ao grau de regulação e maturidade do cliente. 

  • Sim. Oferecemos abordagem modular: de acordo com os pilares de atuação (Estruturação, Captação de dados, Avaliação de resultados e Avaliação de resultados) ou serviço gerenciado. Recomendamos começar por pilotos ou áreas críticas para validar valor antes do rollout. 

  • Ambos. Fornecemos desde diagnósticos e roadmaps até implementação completa (Estruturação, Captação de dados, Avaliação de resultados e Avaliação de resultados) e serviços de operação para sustentação contínua. 

Conheça também a solução de TPRM em Segurança da Informação e Privacidade

A Gestão de Riscos de Terceiros (TPRM) aplicada à Segurança da Informação e Privacidade é um serviço voltado à identificação, avaliação, classificação e monitoramento dos riscos cibernéticos, tecnológicos e de proteção de dados associados a fornecedores, parceiros e prestadores de serviço.

Entenda como funciona

Alessandro Dinamarco

Gerente de Gestão de Riscos, atua nas temáticas de Gestão de Riscos, Continuidade de Negócios e Gestão de Crises. Conta com 15 anos de carreira, possui certificação CBCP (DRI) em Continuidade de Negócios e ISO 31.000 em Gestão de Riscos.

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