Protiviti | Governança pública e terceiro setor

Governança Pública e Terceiro Setor: compliance como decisão estratégica

A verificação de integridade não deve se limitar ao momento da contratação ou entrada no quadro societário.

A crescente demanda por integridade, transparência e accountability elevou o rigor sobre organizações públicas e do terceiro setor, exigindo estruturas sólidas de compliance e integridade. Esses elementos reforçam a legitimidade institucional, a segurança das decisões e a confiança social, atuando como base da governança moderna. Programas de integridade bem estruturados atuam como mecanismos de coordenação entre estratégia, gestão de riscos, controles internos, transparência e prestação de contas, integrando-se diretamente aos pilares clássicos da governança: liderança, estratégia e controle. A Protiviti apoia essas organizações a consolidar práticas eficientes de governança, promovendo valor institucional e social.

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Mecanismos modernos de governança, integridade e compliance

Transforme governança em instrumento de gestão, proteção institucional e geração de valor público e social.

Este serviço é direcionado a organizações que desejam estruturar ou fortalecer seus modelos de governança, integridade e gestão de riscos, seja para atender exigências regulatórias, responder a auditorias e fiscalizações, ou simplesmente elevar o nível de profissionalização e segurança das decisões institucionais.

É particularmente relevante para instituições públicas, entidades do sistema de Justiça, autarquias, fundações, organizações do terceiro setor, entidades filantrópicas e organizações que administram recursos públicos ou mantêm relações institucionais sensíveis com a sociedade e órgãos de controle.

O cenário brasileiro impõe desafios concretos às entidades públicas:

  • Crescente número de processos administrativos de responsabilização de entidades públicas, com a CGU sendo responsável por quase 1/3 dos novos processos na esfera Federal, reafirmando o seu protagonismo institucional na aplicação da Lei Anticorrupção. Mecanismos de responsabilização administrativa são uma realidade que impacta diretamente entidades públicas e seus gestores;
  • Períodos eleitorais e ciclos institucionais ampliam a atenção da mídia, do Judiciário e dos órgãos de controle, elevando a necessidade de comprovada integridade institucional;
  • Atuação técnica mais rigorosa dos órgãos de controle: fragilidades em processos e controles podem resultar em bloqueios, contingências e aumento de auditorias; 
  • Processos envolvem sanções relevantes, multas expressivas e impactos reputacionais significativos;
  • Ampliação da responsabilização de gestores; 
  • Pressão por eficiência fiscal e qualidade do gasto público; 
  • Exposição reputacional imediata em ambientes digitais;
  • Temas mais recorrentes, relatados pela a CGU em 2025:
    • fraude em licitação;
    • dificultar ou intervir na atividade de fiscalização;
    • pagamento de vantagem indevida.

O risco não é hipotético. Ele é mensurável, crescente e operacional.

Hoje, a pergunta não é se a entidade será fiscalizada, mas sim se ela está preparada para demonstrar maturidade em governança? A ausência de estrutura adequada pode resultar em fragilidade em auditorias, insegurança decisória, descontinuidade administrativa, riscos pessoais para gestores e perda de credibilidade institucional.

Prepare-se: fale com a Protiviti

Nossa abordagem

A implementação de um modelo sólido de governança e integridade não é um evento isolado, mas uma jornada estruturada de evolução institucional. Ela exige diagnóstico adequado, implementação consistente, monitoramento contínuo e avaliações independentes ao longo do tempo.

A Protiviti apoia organizações públicas e entidades do terceiro setor em todas as etapas dessa jornada, oferecendo suporte técnico e estratégico para que a governança se torne um instrumento real de gestão, proteção institucional e geração de valor público.

Nossa atuação se organiza em quatro etapas fundamentais da Jornada de Governança, que permitem que a organização evolua de forma estruturada, evitando investimentos desnecessários e priorizando ações que realmente geram impacto institucional: 

1. Assessment (Diagnóstico de Governança) 
Realizamos um mapeamento estruturado do estágio atual da organização, identificando lacunas, vulnerabilidades e oportunidades de evolução em governança, integridade, gestão de riscos e controles internos. 
O resultado é um diagnóstico claro e um plano priorizado de evolução institucional. 

2. Implantação (Estruturação e Implementação) 
Apoiamos a organização na estruturação e implementação dos mecanismos de governança, incluindo políticas, fluxos decisórios, estruturas de controle, programas de integridade e mecanismos de gestão de riscos, sempre alinhados às melhores práticas nacionais e internacionais. 

3. Gestão & Controle (Monitoramento e Suporte à Governança) 
Apoiamos a organização no monitoramento contínuo da efetividade da governança, por meio de indicadores, acompanhamento de riscos e suporte à estrutura de integridade. Nossos especialistas também podem atuar como  membros independentes em comitês de assessoramento ou no apoio técnico à função de Chief Compliance Officer (CCO). 

4. Assurance (Avaliação Independente) 
Realizamos avaliações e revisões independentes, verificando se as diretrizes, controles e mecanismos de governança estão sendo efetivamente aplicados, funcionando de forma adequada e gerando os resultados esperados. 

Nossos diferenciais

Expertise especializada

Nossa equipe reúne profissionais com experiência prática e multidisciplinar em governança, compliance, gestão de riscos e controles, com atuação relevante em organizações públicas e ambientes de alta exposição institucional.

Entregas personalizadas

Cada projeto é desenhado de acordo com a realidade, o porte e os riscos específicos da organização, garantindo soluções aplicáveis e efetivas.

Metodologia integrada

Nossa abordagem conecta governança, gestão de riscos, controles internos e estratégia institucional, permitindo que a integridade esteja integrada à gestão e à tomada de decisões.

Rigor metodológico e qualidade

Utilizamos frameworks reconhecidos internacionalmente, metodologias consolidadas e processos de entrega estruturados, assegurando consistência, qualidade técnica e confiabilidade.

Visão global e aplicação local

Como parte de uma organização global, combinamos referenciais internacionais de governança e integridade com profundo conhecimento do ambiente regulatório e institucional brasileiro, garantindo soluções alinhadas às melhores práticas e à realidade do setor público.

Transforme governança em um ativo institucional

Um modelo de governança bem estruturado reduz conflitos, previne crises, fortalece a transparência e aumenta a confiança institucional. Mais do que atender exigências formais, a governança permite maior equilíbrio na tomada de decisões, melhor alinhamento institucional e maior longevidade organizacional. Fale com nossos especialistas e acelere a jornada de governança da sua organização.

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FAQ

  • Governança pública é o conjunto de estruturas, processos e mecanismos que orientam a tomada de decisões, a gestão de riscos, os controles e a prestação de contas dentro das organizações públicas e do terceiro setor. Quando bem estruturada, ela aumenta a qualidade das decisões, fortalece a transparência, melhora a eficiência administrativa e amplia a confiança da sociedade e dos órgãos de controle.

  • Esses três elementos são complementares e integrados. Governança define as estruturas de decisão, responsabilidades e direcionamento estratégico. Compliance assegura que a organização atue em conformidade com leis, normas e padrões éticos. Gestão de riscos identifica, avalia e trata os riscos que podem impactar os objetivos institucionais. Quando integrados, formam a base de um modelo moderno de integridade institucional.

  • Em diversos contextos, sim. Vários marcos regulatórios e programas de integridade exigidos por leis, regulamentos ou editais públicos demandam estruturas mínimas de governança e integridade. Além disso, órgãos de controle e a sociedade têm aumentado significativamente as expectativas em relação à transparência e à accountability institucional.

  • Não. Organizações de todos os portes podem — e devem — estruturar mecanismos proporcionais à sua realidade. A governança não precisa ser complexa, mas precisa ser clara, funcional e alinhada aos riscos da organização.

  • Entre os principais benefícios estão: 
    ✔ Maior segurança nas decisões institucionais 
    ✔ Redução da exposição pessoal de dirigentes e gestores 
    ✔ Mitigação de riscos institucionais e reputacionais 
    ✔ Maior previsibilidade administrativa 
    ✔ Fortalecimento da transparência e da prestação de contas 
    ✔ Maior confiança de órgãos de controle e da sociedade 

  • A forma mais segura é por meio de um diagnóstico estruturado de maturidade (assessment). Esse processo avalia políticas, estruturas decisórias, gestão de riscos, controles internos, mecanismos de integridade e cultura organizacional, identificando lacunas e oportunidades de melhoria.

  • O tempo pode variar conforme porte, complexidade e nível de maturidade da organização. Em muitos casos, os primeiros pilares podem ser estruturados em poucos meses, enquanto a consolidação cultural e operacional ocorre de forma progressiva ao longo do tempo.

     

  • Sim. Um modelo estruturado de governança permite que a organização tenha processos, evidências e controles claros, facilitando a resposta a auditorias, fiscalizações e demandas de transparência de forma organizada e segura.

  • Embora exista investimento na estruturação inicial, a governança reduz desperdícios, evita crises institucionais, previne fraudes e melhora a eficiência administrativa, o que frequentemente gera economia de recursos e maior previsibilidade na gestão.

  • O primeiro passo é realizar um diagnóstico do estágio atual da organização, identificando prioridades e riscos mais relevantes. A partir desse diagnóstico, é possível construir um plano estruturado de evolução, com implementação gradual de políticas, controles, mecanismos de integridade e práticas de governança alinhadas às melhores práticas de mercado.

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